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Saúde e bem-estar do colaborador: uma abordagem completa

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Pessoas representando saúde e bem-estar dos colaboradores

 

O assunto saúde e bem-estar do colaborador é muito importante. Ainda mais em tempos de pandemia. Contudo sempre se olhou para a saúde do colaborador de um modo mais físico, seja cuidando da ergonomia, evitando acidentes, incentivando o exercício. Mas estudos mostram que é preciso cuidar de outros pilares que compõem o bem-estar do colaborador.

Stephanie Pronk, Vice-Presidente Sênior de Transformação da Saúde da Aon nos Estados Unidos, observa que, nas organizações, “o que estamos vendo agora é uma mudança em prol do bem-estar geral – olhar para a saúde de forma totalizante. Como não há uma resposta simples ou uma abordagem única para a saúde e o bem-estar, uma visão holística pode trazer resultados melhores em várias frentes: física, financeira, emocional e social.”

Por isso é preciso criar programas de saúde mais abrangentes que envolvam todos os tipos de bem-estar. Neste artigo, vamos explicar como é possível impulsionar todos esses pilares em prol do colaborador.

Bem-estar físico:


É fato que não dormir direito, se alimentar mal e não realizar exercícios físicos afetam a qualidade de vida e a qualidade do trabalho exercido. De acordo com o Relatório de Tendências Globais dos Custos de Saúde 2019, feito pela Aon, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) nos Estados Unidos, estimam perdas de produtividade, causadas por funcionários com hábitos prejudiciais à saúde, em mais de US$ 153 bilhões a cada ano.


As empresas podem impulsionar o bem-estar físico dos trabalhadores através de práticas simples como:

  • Oferecer ginástica laboral;
  • Programas de conscientização sobre a necessidade de consultar periodicamente o médico;
  • Incentivar e promover a realização de atividades físicas;
  • Aproveitar as campanhas de setembro amarelo (combate ao suicídio), outubro rosa (combate ao câncer de mama) e novembro azul (combate ao câncer de próstata) para incentivar os cuidados físicos e psicológicos;
  • Caso a empresa forneça alimentação, prezar por um cardápio saudável e de qualidade;
  • Cuidados com a ergonomia do ambiente de trabalho.

É lógico que não é fácil implementar todas essas ações de uma vez, mas é possível ir aplicando uma ação por vez para aumentar a qualidade de vida dos colaboradores. É necessário observar quais são as maiores necessidades dos trabalhadores.

Bem-estar financeiro:


De acordo com o estudo da Aon (The Real Deal 2018 Retirement Income Adequacy Study) nos Estados Unidos, por exemplo, apenas um terço dos trabalhadores economizaram o suficiente para se aposentar confortavelmente aos 67 anos. Além disso, entre aqueles que acreditam que as preocupações financeiras afetam negativamente suas vidas, 31% afirmam que essas preocupações “os impedem de entregar seu melhor trabalho”.

Dessa forma, o estresse financeiro é um vilão na hora do colaborador desempenhar bem o seu trabalho. Para isso, é fundamental que a empresa não atrase o salário dos colaboradores, podendo também criar programas para ajudar o colaborador a lidar melhor com o seu dinheiro, como cursos e campanhas de conscientização para investimentos.


Bem-estar emocional:


O impacto da saúde mental e emocional é significativo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é uma das principais causas de afastamento e afeta cerca de 264 milhões de pessoas. Enquanto isso, a economia mundial perde 1 bilhão de dólares por ano por causa da depressão e ansiedade, segundo a OMS.

“Historicamente, as companhias fingem que os problemas de saúde mental de uma pessoa não são um tema dentro do local de trabalho”, afirma Paulo Jorge, Vice-Presidente Executivo de Health & Retirement Solutions da Aon Brasil. “Agora as pessoas estão mais conscientes da necessidade de se antecipar e oferecer algum tipo de ajuda. Com a necessidade que tivemos que nos isolar em casa para trabalhar, o COVID-19 trouxe à tona a questão do bem-estar mental para os empregadores, na mesma medida que o bem-estar físico”.

As empresas podem estimular o cuidado com o bem-estar emocional ao avaliar seus ambientes de trabalho, identificar e abordar as questões que poderiam afetar negativamente seus funcionários. Estabelecer uma estratégia de cuidado com a saúde emocional pode incluir a conscientização, a redução do estigma e a criação de programas de apoio.

Bem-estar social:

As relações interpessoais também podem afetar o bem-estar geral dos colaboradores. De acordo com alguns estudos recentes a solidão pode estar associada a uma baixa qualidade física e emocional. De fato, entre aqueles que experimentaram alguma descortesia no trabalho, 80% relataram perda de produtividade enquanto 25% descontaram suas frustrações nos clientes.

Conectar-se com outras pessoas – e com o trabalho da empresa – pode ter um efeito positivo na produtividade e na motivação de um funcionário. Manter os colaboradores conectados, pessoalmente e por meio da tecnologia, pode ajudar a promover relacionamentos, assim como uma cultura que ajuda a alcançar o bem-estar social.

Enfim, não é indicado permitir que um problema de bem-estar se torne muito grave para agir e decidir mudar a cultura da empresa. É necessário que os empreendedores constantemente se perguntem o que é necessário fazer de diferente pra garantir que os seus colaboradores e familiares tenham o melhor ambiente de trabalho possível.

 

Cuide e valorize a saúde da sua equipe.

 

Colaborador, sua saúde e bem-estar é importante. Conte conosco!

 

Clínica Los Angeles.

Fonte: https://theonebrief.com

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